terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Submissão - A Questão Final

Submissão – A Questão Final

Os apóstolos Pedro e Paulo tinham muito a dizer a respeito da submissão às autoridades, aos patrões e cônjuges (veja Rm 13.1-14; Ef 5.22-6.9; 1 Pe 2.11-3.7). Porém, o ponto relevante – a questão final – é que todas as pessoas, em particular os crentes, devem prontamente e de boa vontade submeter-se a Deus.
Depois que Deus completou a Sua criação, Ele declarou que a submissão à Sua autoridade era obrigatória: “E o Senhor Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2.16-17). Deus deixou Sua posição absolutamente clara: se Adão não quisesse morrer e experimentar a punição, ele e sua descendência precisavam submeter-se à autoridade de Deus. Já que a humanidade fora criada por Deus e para Deus, deveria submeter-se de bom grado a Ele.
Porém, desde o começo as pessoas recusaram submeter-se. Eva foi enganada; e Adão, com seus olhos bem abertos, rebelou-se conscientemente contra a autoridade do seu Criador, e levou toda a humanidade a decair num estado perdido e rebelde. A submissão a Deus traz vida; a rebeldia traz morte.
Mais tarde Deus deu Sua Lei, os Seus Mandamentos, para a Sua nação escolhida, Israel. Ele deixou claro o que esperava dela: “Veio, pois, Moisés e referiu ao povo todas as palavras do Senhor e todos os estatutos; então, todo o povo respondeu a uma voz e disse: Tudo o que falou o Senhor faremos. Moisés escreveu todas as palavras do Senhor e, tendo-se levantado pela manhã de madrugada, erigiu um altar...” (Êx 24.3-4). Os israelitas entenderam o que era exigido para que experimentassem a bênção das mãos de Deus: submissão às Suas leis, Seus estatutos e juízos.
Israel aceitou o acordo: “E tomou o Livro da Aliança e o leu ao povo; e eles disseram: Tudo o que falou o Senhor faremos, e obedeceremos (seremos submissos à Sua autoridade)” (Êx 24.7). Israel prometeu obediência, mas não conseguiu manter seu juramento.
O temor do Senhor é o princípio do saber. Filho meu, não te esqueças dos meus ensinos, e o teu coração guarde os meus mandamentos.
O jovem rei Salomão, profundamente consciente da sua insignificância em relação ao Todo-Poderoso, entendeu que precisava submeter-se a Deus: “O temor do Senhor é o princípio do saber. Filho meu, não te esqueças dos meus ensinos, e o teu coração guarde os meus mandamentos” (Pv 1.7; Pv 3.1). Depois, contudo, Salomão aparentemente rejeitou os mesmos conceitos a que havia aderido e deixou a sua nação em pecado.
Atraídos pelos pagãos à sua volta, os israelitas procuraram outros deuses e abandonaram sua aliança com seu amado Libertador – o Deus de Abrão, Isaque e Jacó.
O Senhor continuou a pedir para Israel submeter-se à Sua liderança e autoridade, lembrando-lhe: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2 Cr 7.14).
É incrível que hoje os seguidores de Alá louvam o seu deus curvando-se e prostrando-se com a face em terra. Eles regularmente humilham-se e consagram suas vidas ao livro de Alá e à expansão mundial do islã. No entanto, muitos de nós que pertencemos a Cristo resistimos a humilhar-nos diante dEle e de nos submetermos aos Seus mandamentos.
Jesus nos disse para proclamarmos a mensagem do Evangelho: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19).Mas muitos cristãos permanecem em silêncio. Ele nos disse: “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele” (1 Jo 2.15).Mas muitos de nós no Ocidente somos tão materialistas quanto os não-cristãos. A Palavra de Deus mostra que não podemos amar o Senhor e o mundo ao mesmo tempo.
As Escrituras também requerem que os seguidores do Messias Jesus sejam diferentes, assim como Israel tinha de ser diferente. Israel devia ser uma nação santa, separada do mundo ao redor, como os crentes devem ser hoje: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos” (Rm 12.1-2).
O Senhor espera que Seus seguidores submetam-se à Sua autoridade, como declarado em Sua Palavra. O profeta Miquéias resumiu a posição de Deus sobre a submissão, afirmando: “Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Mq 6.8). (Israel My Glory -http://www.chamada.com.br)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O que significa ser crente hoje


No início da Era Cristã, os discípulos de Jesus foram chamados de cristãos, mas isso nada tinha de elogio; era apenas um adjetivo pejorativo, pois eles eram “diferentes”. Naquele tempo eles eram perseguidos e lançados às feras. Quando o cristianismo se tornou a religião majoritária e oficial, cristão virou substantivo. Ficou “chique”, pois não mais havia perseguições e apenas se requeria deles mera formalidade exterior.

Aconteceu de modo semelhante com os crentes no Brasil. De um passado de perseguições inclementes, ocasião em que muitos pagaram com a própria vida por causa de suas convicções, depois as coisas mudaram. Com inúmeras igrejas e teologias para todos os gostos (e desgostos), ser crente ganhou uma conotação “chique” que destoa de seu antigo significado.

Muitos acham que crente é aquele que não mata, não rouba, não mente, não tem vícios, frequenta igreja, veste-se modesta e decentemente, e não fala coisas inconvenientes. Outros acham que o crente não precisa ser diferente, isto é, pode viver do mesmo jeito que vivia antes, desde que faça as coisas “em nome do Senhor”. Já outros acham que, sendo crentes, adquirem um passaporte para um mundo-cor-de-rosa, tornando-se supercrentes: jamais ficam doentes, não têm crises financeiras, nem quaisquer problemas.

Embora respeite opiniões contrárias, entendo que ser crente é algo mais profundo, pois tem a ver com a mente e o coração, com uma radical mudança na essência do ser, e não apenas com meras atitudes exteriores. Pode-se tentar dar muitas definições, mas ser crente jamais passará disso: uma nova criatura a viver de conformidade com o Evangelho de Jesus Cristo. Esse ponto tem sido ignorado e traz muitas confusões às mentes das pessoas.

Mas o termo crente está em desuso. Agora, o chique é ser evangélico. Quando mulheres famosas posam nuas, falam imoralidades e rebolam “em nome do Senhor”, se dizendo evangélicas e defendendo que o exterior não importa, pois “Deus quer é o coração”; quando bandidos contumazes cometem todo tipo de atrocidade, mas no dia seguinte a serem pegos já se postam com a Bíblia na mão e se dizem evangélicos; quando desvios de comportamento procuram ser atenuados com essa nova palavra mágica, então podemos ver que algo está errado não só no entendimento do que significa ser evangélico, mas no próprio “modus vivendi” das pessoas que trazem afrontas e vitupério ao nome de Cristo.

Crente e evangélico, por definição, deveriam ser essencialmente a mesma coisa — aquele que segue fielmente o Evangelho. O problema é o desvio espiritual de quem quer apenas um rótulo chique, cuja religião demonstra cristianismo sem Cristo, discipulado sem cruz, privilégios sem responsabilidades, espiritualidade sem amor, liturgia sem liberdade do Espírito, e piedade sem poder de Deus.

Se crente é aquele que segue o Evangelho, tomemos uma expressão do Sermão do Monte para julgarmos a situação segundo a reta justiça. Jesus disse: “Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido... para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte”.

A função primária do sal é salgar, preservar e dar sabor. O propósito da luz é iluminar. São coisas tão evidentes que não necessitam de ilustração. Jesus as utilizou para deixar claro que esperava de Seus discípulos que a sua influência na sociedade fosse semelhante ao sal e luz.

O problema é que alguns são “crentes” apenas nominalmente, não são regenerados; são “crentes” insípidos e em trevas, que nunca salgam e jamais iluminam nada. Jesus os identificou como “joio”. Estes alargam o “caminho estreito” da salvação e fazem com que o nome do Senhor seja blasfemado. Em contrapartida, louvo a Deus pelos crentes fiéis, os quais vivem de modo digno do Evangelho, honrando o bom nome de Cristo e demonstrando com o seu exemplo que a verdade do Evangelho se credencia na prática.

Quando a sociedade julga os crentes por aqueles que não vivem de acordo com o Evangelho, podemos tirar disso uma lição. A sociedade espera que sejamos realmente diferentes, que vivamos o que pregamos, não o contrário. Quando somos expostos pela imprensa por causa de uns poucos “convencidos” (não convertidos), isso só deve nos fortalecer no propósito de continuarmos a ser sal e luz num mundo que se revolve cada vez mais na podridão de suas próprias trevas espirituais e morais.

Jesus disse que a árvore é conhecida pelos seus frutos. E também afirmou:“Nem todo o que me diz: ‘Senhor, Senhor!’ entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus”.

Vale a pena ser crente em Jesus!
***

Samuel Câmara
Pastor da Assembleia de Deus em Belém

ATENÇÃO : LER ESTE TEXTO PODE MUDAR A SUA VIDA !

Maldito o Homem que confia no Homem (algum lugar da bíblia, sou péssimo para decorar),
Maldito o Homem que confia na Religião (Invenção do Homem para iludir outros homens mais fracos afim de dominá-los).

É realmente lamentável ver pessoas que são escravas de suas religiões (disse Religiões não Crenças, são coisas absolutamente diferentes) com suas Denominações que ocultam o Verdadeiro Caminho para a Salvação, que é Jesus Cristo (Yeshua em aramaico). Ele sim é o Caminho, que muitas vezes é maquiado em muitas religiões e apenas citado como um mártir ou um líder religioso. Quero Dizer a todos que Yeshua não veio ao mundo para criar religiões e denominações, dogmas e costumes muito menos para julgar quem está certo ou errado. 

Tudo isso causa uma separação entre o Homem e Deus, e também entre o Homem e o Homem, acabam criando barreiras sociais e também espirituais, como se não Bastasse as que já existem (entre rico e pobre, negro e branco, crente e não-crente e a mais nova, que está na moda homossexual e heterossexual), criando conflitos e gerando mortes.

Jesus é a personificação do Amor, nunca houve e nem haverá alguém que se assemelhe a ele. Ele nos amou (e ama), a ponto de dar a sua vida para nos ensinar a amar e perdoar nossos pecados é só mais um modo de amar. Em vida (como homem) ele não fez (e não faz) acepção de pessoas, Jesus tinha um "contato direto"(preferi usar este termo pois se utilizasse a palavra "relação", talvez acabasse levando a um outro sentido, sei que existem muitos que gostariam de descontextualizar minhas palavras afim de denegrir a Imagem do Salvador), com todos, até mesmo aqueles que a sociedade julgava (e ainda julga), como ímpios, eram eles: pobres, ricos, ladrões, prostitutas, cobradores de impostos e até mesmo homossexuais (a bíblia não cita mas é bem provável que sim). Mostrando que o Amor une e não separa, salva e não julga, absolve e não acusa. Este é Jesus, se a Bíblia nos fala que temos que ser imitadores de Cristo, ele não veio pra julgar, então por que Julgamos? Porque Criticamos ? Porque Acusamos? Porque não agimos como Jesus? Porque muitos preferem se esconder atrás de suas religiões apontando os defeitos das outras pessoas e esquentar os bancos de seus templos e igrejas.

Quero que todos conheçam a Jesus, não uma religião, não uma igreja, mas sim o Filho de Deus. O amor o Perdão e a Misericórdia dele que é pra todos independente se você crê ou não.

Não Baseie sua fé nas palavras do Homem, mas Sim na Palavra de Deus que é o manual de sobrevivência para cada um que tem o Senhor como único e suficiente salvador.

Abram os olhos vocês que não conhecem a verdade, abram os olhos vocês que dizem que a conhecem, quebrem as cadeias religiosas que te cercam, que te impedem de adorar a Deus Verdadeiramente. A verdadeira Vitória não é a benção financeira nem as alegrias dessa vida, a verdadeira vitoria é a Salvação e estar na glória ao lado do Senhor. Busquem ao Senhor, busquem o Amor, Vivam e pratiquem esse amor que Salva e Liberta, Renova, sejam esse amor. Não aponte os defeitos dos outros, aponte os seus diante do espelho, não cobre dos outros mudanças que nem mesmo você mudou em sua vida, assim como os fariseus faziam, Apenas Ame a seu próximo como a ti mesmo assim como o Senhor nos ordenou.

Agradeço a atenção e Paciência de todos que leram este texto. Escrevi aquilo que Deus colocou no meu coração. Creio que de alguma forma Deus falou ao coração de todos vocês.
Quero deixar claro que não estou defendendo nenhuma Religião e Nenhuma Igreja, apenas quis mostrar que Jesus é maior que qualquer religião, denominação, costume e qualquer dogma e o que Salva não é a Igreja e muito menos a Religião, se você leu este texto e concorda com o meu pensamento não procure a igreja mais próxima, primeiramente, se tranque no seu quarto ou em qualquer lugar onde você pode ter privacidade e convide o Espírito Santo de Deus para entrar em sua vida, peça pra ele te mostrar a verdade, peça para ele abrir os seus olhos e Mudar a sua história assim como ele Mudou a minha, independente de qual seja sua crença ou sua opinião sobre ele, Jesus te AMA.

Independente da escolha de vocês, que Deus abençoe a vida de cada um, muito obrigado pela atenção. Amo a todos.

Eraldo Antonello

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Porque Matamos, Roubamos e Destruímos !!!


by Abner Melanias
Sim! A palavra1 diz que o ladrão executa estas ações (matar, roubar e destruir). É o “coisa ruim”, o inimigo, o demônio, o capeta. Ok!…Alguns podem deixar de ler aqui, afinal utilizamos nomes mais amenos para tratar da força inimiga que nos afasta da luz (e os cristãos supersticiosos, inclusive, pedem para que não falemos seu nome sob pena de chamá-lo). Entretanto, o que proponho é pensarmos no por que de matarmos, roubarmos e destruirmos, numa perspectiva cristã.
Matamos! Matamos alguém, obviamente não com armas, mas quando NÃO fazemos do próximo o nosso alvo preferencial de amor. Levantamos altares tão elevados, para recebermos o amor dos outros, que isso distância o “outro” de nós. Queremos ser amados. Fazemos um esforço enorme para que as pessoas vejam como somos limpinhos, bonitos, cheirosos e espirituais, porém não fazemos o mínimo esforço para alcançar o sujinho, feinho e mal cheiroso. Costumam rotulá-los de “não espirituais” só porque não dançam a música que nós tanto gostamos. É importante lembrar que o próximo é aquele de quem EU me faço próximo. A minha indiferença para com meu irmão pode levá-lo à morte… Excluir alguém é como se uma pequena dose de um veneno letal fosse dada aos pouquinhos. Só porque ele é diferente não pode fazer parte???
Fácil é dizer “Te amo” para o irmão do lado, quero ver chegar dentro de casa e dizer isso para o pai que te despreza, para a mãe que não é cristã, para o irmão ou parente que inferniza sua vida, para aqueles que te ferem, te hostilizam. O que foi que o Mestre ensinou?2
Roubamos! Viver em função de algo que nos falta: aí é quando roubamos. Eu vejo o que o outro tem e quero ter igual, melhor. “Queria ter uma voz como aquela, uma roupa como aquela, um ministério como aquele, um dom ou unção como aquela”. Se cobiçar o que é alheio não é roubar (espiritualmente), me diga o que é?3
Esta postura nasce de um coração que enxerga o outro com interesse: o que ele tem pra me oferecer? Quando isso não ocorre (a “troca”) o sujeito parte para o roubo: vou sugar tudo o que esta pessoa tem pra me dar. O que acontece depois?
Você, como eu, pode até não roubar o dinheiro de alguém, mas desejar viver uma vida que não é sua é fazer o mesmo, só que a punição é eterna. E o que dizer daqueles que culpam os outros por não terem algo? Começa em casa: não tem o tênis da moda porque minha mãe não comprou, não vai ao cinema porque o pai não deu dinheiro. Sabe o que isso gera? Jovens adultos que NUNCA se responsabilizam por seus atos. A culpa é sempre dos outros. É um infeliz crônico. Algo sempre te falta e você não faz nem idéia do que é.
Destruímos! Os profissionais da religião tomam conta das coisas divinas e se sentem no direito de julgar todas as atitudes, sentenciando o outro ao isolamento, à humilhação e coisas semelhantes. Não partilham, destroem. São capazes de dizer para alguém não sonhar, eliminam idéias, projetos, orações completas como se fossem nada, lixo. São capazes de mostrar, na bíblia, o que é certo e o que é errado, mas não conseguem estender a mão para o outro. Afinal uma mão está segurando a bíblia e a outra apontando o erro alheio. Vivem numa realidade paralela, em que Deus está, a todo o momento, prestes a dar voz de prisão para aquele que não segue suas leis. Esquecem a graça que de graça receberam. Acabam com amizades simplesmente porque não compreendem que é no relacionamento com pessoas que o Verbo Amar entra em ação. Destruir nem é tão difícil, ajudar na construção da casa (espiritual) é que requer cuidado, pois se o alicerce está comprometido, certamente no primeiro vento se desfaz.
 Antes de atribuir a Satanás o “roubar, matar e destruir” veja se VOCÊ não tem feito o trabalho dele.
 Referências
1. João 10.10 / 2. Mateus 15.8 / 3. Tiago 1.15

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Ninguém me ama

by Françoise Guimarães

Quem é que nunca disse isso pelo menos uma vez na vida. “Todo mundo é amado, menos eu!”
Ok! Suponhamos que você, uma pessoa tão cheia de amor pra dar, não tenha encontrado ninguém pra te amar…
Ué, será que é possível encontrar alguém que te ame mesmo sem medida? Incondicionalmente?
Você pode até pensar que isso seja realmente verdade, mas pensa comigo: “Será que você procurou direito?
Veja o que Jesus diz:

 “Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos
João 15:13”
Nossa! Que amor grandão. Dar a própria vida em favor do outro. Isso sim, eu quero pra mim!
Quem realmente ama, está disposto a tudo. É até disposto a entregar a própria vida, caso seja necessário.
Jesus é essa expressão máxima de amor.
Ele não veio a terra pra ser apenas um exemplo, como muitos pensam.
Ainda que seja necessário observar seu modo de ser e agir diante de todas as coisas, o principal motivo da vinda de Jesus, não foi ser um avatar, mas simplesmente ser  alguém que imitaríamos.
Ele veio, sobretudo, entregar a sua vida pela nossa, para substituir-nos na cruz, afim de que fôssemos aptos a viver eternamente com Ele. A morte Dele não é para nós um exemplo somente. Ainda que seja um  perfeito exemplo de entrega, obediência e sujeição. A morte de Jesus é a expressão real do amor de Deus, pois quem ama se entrega.
Somente pela morte de Cristo em nosso lugar, recebendo Ele o preço pelo pecado que nós haviamos cometido, é que podemos ser vistos por Deus como uma nova criação. Apenas assim podemos nos aproximar Dele. Esse é um infinito e abundante amor que nos coloca no lugar onde não merecíamos.
E por isso, antes de ficar pensando: “Ninguém me ama, ninguém me quer”, lembre-se do amor que Cristo teve por você, fazendo aquilo que ninguém poderia fazer!
Da próxima vez que considerar que ninguém te quer, pense em toda a distância que Ele percorreu para que você pudesse se aproximar Dele.  Não  foram apenas algumas milhas, Ele simplesmente abriu mão de toda a sua glória, veio até esse mundo destruído, só para que pudesse te ter ao lado dele por toda a Eternidade.
Não é um amor simples, é um amor incondicional, que não permite que nada te separe Dele. É o único que você realmente pode ter segurança de ser um amor eterno. Por maior amor que você sinta por alguém, ou que alguém um dia possa sentir por você,  nada poderá se comparar com o amor que Cristo demonstrou por você.
Esse amor é tão profundo, que nos constrange a nos aproximar Dele. Ouça a voz de Deus! Ele verdadeiramente te ama! Se você realmente crê no significado da cruz, então é fácil você entender esse amor! Boa semana galera!

O SEGREDO DO MINISTÉRIO DO APÓSTOLO PAULO




Na carta escrita aos Colossenses, o apóstolo Paulo, no capítulo 4, faz alguns pedidos de oração. Ele diz:
“ Perseverai na oração, velando nela com ações de graça. Orai também juntamente por nós, para que Deus nos abra a porta da palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual estou preso. Orai para que o manifeste como devo fazer.” Cl 4:2-4
Interessante observar que no verso 4, ele pede para que os irmãos Colossenses orem por ele, para que Deus lhe revele, a forma com que ele deve fazer para, uma vez aberta a porta, pregar a palavra.
Percebemos aqui um dos grandes segredos desse ministério fantástico do Apóstolo Paulo, que escreveu a maior parte do Novo Testamento: a sua dependência de  Deus.
Paulo poderia muito bem adotar uma postura diferente. Ele já tinha muita experiência com Deus, já havia pregado em vários lugares, para várias pessoas, em diferentes tipos de situação.
Ele poderia muito bem ter pensado: bom, já conheço a forma de Deus agir. Conheço sua Palavra. Conheço como funciona a natureza humana. Já sei como pregar.
Mas não. Vemos nesse texto que Paulo se coloca diante de Deus, pedindo, clamando, para que Deus lhe mostre, lhe revele, lhe dê uma direção de como pregar a palavra naquele momento específico em que estava vivendo. Paulo pede que Deus lhe diga como Ele quer que a Sua Palavra seja levada. Ele quer que Deus lhe dê uma direção clara. Ele quer saber das estratégias de Deus. Ele quer ser guiado, nos mínimos detalhes, pelo Senhor. Esse é o segredo do sucesso de todo o ministério.
No entanto, nossa tendência, é achar que, por já estarmos há algum tempo servindo a Deus na igreja, nós já sabemos tudo. Já temos conhecimento o suficiente para agirmos de acordo com nossos projetos e estratégias. A gente traça os planos, os alvos, as metas, e pede a bênção do Senhor sobre eles.
Porém, o correto seria primeiro, buscarmos ao Senhor e pedirmos revelação do Seu querer para aquele momento em nossas vidas. O correto seria obter do Senhor, quais as metas que Ele quer traçar para determinado trabalho. Quais as estratégias que Ele quer que usemos. Qual o meio de comunicação, qual a forma de pregarmos, de ensinarmos, de nos aproximarmos das pessoas.
Às vezes até temos uma motivação de coração correta: queremos de fato fazer a obra do Senhor. Mas a obra é Dele. E precisamos desesperadamente, e constantemente, da Sua direção.
Jesus disse em João 15:5 - “ Eu sou a videira, vós sois os ramos. Se alguém permanece em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; sem mim nada podeis fazer.”
Nós não podemos fazer nada sem o Senhor. Foi Ele mesmo que afirmou isso.
Se queremos realizar a obra de Deus, não podemos nunca presumir, em algum instante, que já sabemos como as coisas devem ser, que já temos o conhecimento e a experiência suficiente para ‘tocarmos’ a obra. Não. A partir do momento que achamos que já sabemos fazer a obra de Deus, aí passamos a agir por conta própria, como se não precisássemos mais Dele. Então caímos num terreno muito perigoso: fazer a obra de Deus de uma forma carnal, de acordo com nosso entendimento.
Mas uma coisa eu tenho aprendido: que cada dia tem o seu próprio mal. Cada dia temos situações diferentes, com pessoas diferentes. E não temos uma fórmula para todas as coisas.
Por isso, precisamos mais do que nunca do Senhor. Ele sabe todas as coisas, e conhece todas as pessoas.
A obra é Dele. E a vontade perfeita é a Dele, não a nossa.
Que Deus não permita que o nosso coração se torne presunçoso. Antes, que possamos seguir o exemplo do apóstolo Paulo, e com humildade de coração, sermos cada dia mais dependentes de Deus, pedindo sua direção e revelação para cada detalhe, cada área da nossa vida, e da Sua obra.
Eu não sei da sua vida. Mas sobre a minha, eu digo: preciso cada vez mais do Senhor.
Deus te abençoe.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O que faz de você um homem de DEUS?

Posted: 08 Dec 2011 08:34 PM PST
Quais são as prerrogativas, que fazem de alguém, um homem, ou uma mulher de Deus?
No mundo gospel, em que vivemos, talvez seja a quantidade de milagres que ele opera, o tamanho do templo que construiu, ou talvez a sua destreza, em pregar sermões que massageiem o ego, ou escrever livros de auto-ajuda.
Damos a alguém o titulo de homem de DEUS simplesmente pelos sinais que ele fez...
No entanto ao olhar para o relato do profeta João Batista, vemos outra ótica sobre o assunto, a ótica de DEUS...
Eu tenho minha opinião, você tem a sua, e DEUS tem a Dele, e a Dele sempre prevalece...
 João Batista foi um servo do Senhor, que foi elogiado pelo próprio Jesus, como sendo o maior homem, entre os já nascidos de mulher, gastou sua vida para anunciar a vinda do Salvador, mas havia algo diferente nele...

E muitos iam ter com ele, e diziam: Na verdade João não fez sinal algum, mas tudo quanto João disse deste era verdade.
E muitos ali creram nele.
João 10:41-42


João Batista, servo de DEUS, últimos dos profetas do velho testamento, maior entre os nascidos de mulher, não operou sinais, parece ironia, mas não é... 

Eu não sei no que você está baseando a sua fé, mas sinais não são o melhor terreno para isso, fazer sinais faz parte sim da vida de um homem de DEUS, mas não é isso que faz de você um homem de DEUS.
Mas  sim seu amor pelas escrituras, e a pratica delas no seu dia a dia...
Pelos frutos os conhecereis isso é fato...

Não são os sinais, mas o SINAL que foi dado na cruz do calvário, de maneira que João mesmo não fazendo sinais, recebeu o titulo de homem de DEUS, porque o que faz um homem DEUS, não são as experiências que ele vive, mas seu amor e dedicação na entrega da mensagem do evangelho.
O verdadeiro homem de DEUS não constrói sua casa no terreno arenoso dos milagres, mas fundamenta suas bases na rocha da palavra de DEUS.
Não baseie sua fé em experiências, baseie sua fé nas escrituras, que você seja conhecido, não como o operador de milagres, mas com aquele que falou de Cristo, e que tudo que falou sobre ele era verdade...

Lennon Carvalho, Fazendo parte de uma geração eleita... 

domingo, 4 de dezembro de 2011

Gente que ninguém quer


A propósito da leitura desse artigo da ISTO É, sobre a Igreja Renascer em Cristo...
Tive a oportunidade (e porque não dizer o privilégio) de ter participado desse ministério quando ainda era só um punhado de gente que estava cansada das idiossincrasias religiosas de então e sonhavam com uma vida restaurada à normalidade daquilo que a bíblia mostrava ser... por isso diziam ter a visão de Neemias, da restauração dos muros da cidade santa...

Tempo onde não havia um clero organizado... as pessoas ajudavam porque sentiam-se compelidas a fazê-lo sem esperar reconhecimentos ou imputação de patentes eclesiais quais fossem... só havia gente querendo ajudar àquilo que entendiam ser um movimento genuíno de “amor às vidas” no jargão evangélico... se sentir parte de um movimento que sentiam iria marcar uma geração na igreja brasileira... tempo onde o Estevam e a Sônia desciam do palco para abraçar a quem perto deles chegasse, junto à uma palavra de amor e esperança...

Uma época onde as barreiras do "sagrado" e do "profano" diluíram-se, onde era possível transitar entre uma "Terça-Gospel" no Dama-Xoc e um Show de Rock nas segundas-feiras de evangelismo, que mais se assemelhavam a uma balada qualquer, ainda que o espaço fosse o mesmo dos cultos dominicais... manifestação de demonstração extrema que Deus não habita em templos feitos por mãos de homens... radicalmente protestante...

O brilho nos olhos de cada um, por mínima que fosse sua contribuição para que tudo se operasse com o fim de restaurar vidas, junto a alegria no coração de ver o resultado que se obtinha na operação da mão forte do Senhor era a recompensa mais que suficiente para nós...

Nada era forçado... tudo que se fazia dava naturalmente resultados pois o ambiente que ali estava instalado era o do comprometimento com uma visão de operar o bem ao próximo, sendo o templo só um local que se prestava a dar espaço às iniciativas que levassem em conta a visão de Neemias que o ministério possuía...

As canções eram fruto desse mover de Deus nos idos tempos da então quase-herética Igreja Renascer em Cristo... Katsbarnéia com o Brother Simion cantando com aquele jeitão de fissurado... Extra, Extra... o mundo acabará amanha de manhã... Atos 2, declarandoAh, eu quero sim, o Teu amor Senhor... e ainda Resgate, Oficina G3 com o Manga e o Túlio mandando ver em músicas com letras inusitadas comparando os cristãos com Naves Imperiais... e o início do Renascer Praise, com cânticos que remetiam a uma pureza e singeleza de sentido tão claro do Evangelho que, se comparadas às letras de hoje das músicas do mercado gospel (invariavelmente mantras, gemidos, sussurros e grunhidos incompreensíveis e sem qualquer relação com a mensagem de Jesus) seriam vistas com reservas pois sua mensagem seria não-vendável.

Mas não tardou, o canto da sereia foi ouvido... e pior, atendido e correspondido. O ministério de Libertação e Cura Interior foi criado sob a influência dos ensinos tresloucados da Neusa Itioka sobre o tema; a Teologia da Prosperidade vinha sendo pregada de maneira bem light, mas depois o “casal apóstólico” abraçou apaixonadamente esse lixo espiritual e colocou o então Pr. Gesher Cardoso para fazer seminários intensivos nas igrejas Renascer ministrando essa doutrina mamônica e anti-bíblica; vieram à reboque o deslumbrado Benny Hinn com sua esquisita unção do cai-cai; as tais "conferências proféticas" com a equipe do pr. Collin Dye, um especialista em profetadas e a Marcha para Jesus, um evento que originalmente visava dar visibilidade à fé cristã e que aqui virou demonstração de força política para promover negociatas em nome de um reino que não é o dos Céus.

Ainda me recordo daqueles tempos da inocência perdida... comparativamente ao crescimento humano, a Renascer optou por seguir seu próprio caminho, longe da singeleza do Evangelho e encantou-se com os sofismas da vida adulta... e ficou empedernida, incapaz de admitir que errou e voltar atrás para iniciar do ponto onde se desviou...

Eu ainda me pego cantando e pedindo para cantar muitas das músicas dessa época... sou grato à Deus por ter vivido o tempo em que o Estevam e a Sõnia eram só o Estevam e a Sônia e não o alter-ego de ambos que acabou carreado a um título após a investidura de uma patente eclesial...

Certamente presenciei ali também coisas que não correspondiam àquilo que a Palavra ensina... vi fogueira das vaidades, desmandos, surtos de autoritarismo, caça às bruxas e todos os chamados "sete pecados capitais" atuando em pleno vigor... não há quem vivendo em um ambiente assim, agüente por muito tempo sem se contaminar. Confesso que por algum tempo surtei com o surto deles... mas em um insight, quando me vi descaracterizado como um filho de Deus, abri-me à correção do Pai em minha vida e a Sua Graça me alcançou, me fazendo sair a tempo antes que eu ficasse pedrado.

Escrevo estas linhas depois de ler o artigo da ISTO É e de chorar movido por um misto de amor, tristeza, pesar e saudade... estaria idealizando um passado que só existiu na minha mente?... talvez... mas não posso negar que a maneira autêntica e ousada pelo qual a Renascer surgiu e andou nos primeiros anos de sua existência impactaram minha vida mais com coisas boas que com ruins...

Possivelmente a Renascer nunca será aquilo que se propôs a ser a 25 anos atrás na sala do pequeno apartamento do Estevam e da Sônia, ainda com o Tid e a Fernanda bem pequenos... uma família que vivia com dinheiro contado, com o Estevam saindo para vender máquinas de Xerox à pé, quando deram abrigo a um bando de gente que a igreja não os queria nem pagando... igualzinho como Jesus acolheu a mulher adúltera, ao fiscal corrupto, ao samaritano e ao guarda romano. Gente que ninguém quer. Assim como todos nós um dia fomos gente que ninguém quis, só o Pai. Quem sabe não seja a hora de acolhermos de alguma maneira ao Estevam e a Sônia pois HOJE eles são a gente que ninguém quer?

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Queridos amigos cristãos, só umas dicas…

Posted: 02 Dec 2011 03:00 AM PST
Juliana Dacoregio
Óbvio que os erros a seguir não se aplicam a todos os crentes, mas infelizmente a maioria ainda se comporta de tal forma.
Na ânsia de apresentar Jesus aos descrentes e sofredores, você se atém apenas aos trechos bíblicos que afirmam que “Jesus é o caminho, a verdade e a vida” e que “ninguém chega ao Pai se não por ele”. Tudo bem, eu sei, é nisso que você crê: quem não “aceitar Jesus” vai chorar e ranger os dentes pela eternidade. Mas, calma lá, devagar com o andor que o santo é de barro. (Aliás, você não é de barro? Então por que toda essa presunção de acreditar que você conhece a verdade e eu não?) As pessoas precisam ser amadas, primeiramente. E elas não se sentirão amadas se você não escutá-las, se você não tentar compreender os motivos, os gostos e os desejos delas.
Muitos de vocês não admitem que alguém seja consolado com qualquer coisa que não seja a Bíblia, filmes cristãos ou hinos de louvor. Meu amigo, deixe de ser ignorante e “menino na fé”, como exortou Paulo. Você pode até acreditar que Jesus é o único caminho, a única salvação, a única maneira de alguém chegar a Deus, mas Deus têm mil maneiras de chegar aos homens e não é apenas através da prepotente ousadia humana em “pregar a Palavra”. Já assistiu ou leu Os Miseráveis? Já percebeu a mensagem de perdão que este filme/livro passa? Já percebeu o quanto de princípios cristãos há em Um Sonho de Liberdade? Sabia que alguém pode sentir-se tocado por Deus ou por uma paz grandiosa lendo autores que, aparentemente, nada têm de cristãos?
Abra sua cabeça, meu irmão evangélico. Se você apenas se preocupa em salvar as almas do Inferno e não presta atenção ao Inferno que está dentro delas, me desculpe, mas você não está fazendo isso certo. A libertação é aqui e agora, porém com um passo de cada vez. Não estrague tudo quando alguém lhe falar sobre depressão. Não seja hipócrita a ponto de tomar direitinho seus remédios para pressão alta ou sinusite e acreditar que doenças psiquiátricas são do diabo e que se eu estiver de bem com Deus não vou mais precisar do meu psiquiatra, dos meus remédios, da minha terapia.
O maior ato cristão é estar presente, às vezes apenas assistindo a um filme junto, dando uma carona, tomando um sorvete, compartilhando problemas, trocando experiências, se deixando também ser ajudado, enfim, se mostrando humano, revelando suas falhas e não tentando parecer uma fortaleza.
Você, cristão, quer ser exemplo e referência, mas esquece de amar. Esquece que o amor tudo suporta. Você não quer ser suporte, quer ser o dono da razão, quer ver as pessoas dizendo “Jesus, eu te aceito em minha vida”, mas não quer estar ao lado enquanto ela se recusa a crer. Enquanto isso, muitos descrentes, budistas, muçulmanos, judeus, agnósticos e ateus estão dando a mão a quem precisa e sendo exemplo de companheirismo e amor. Não venha me dizer que nada disso adianta, que o único amor eficaz é aquele que vêm de quem acredita em Jesus Cristo como único Senhor. Amor SEMPRE adianta. Amor SEMPRE consola. AMOR SEMPRE DÁ BONS FRUTOS. (Estão aí os twittes do @EmersonAnomia que não me deixam mentir!)
Se você está apenas querendo apresentar a sua verdade e não se coloca no lugar do outro, sinto muito, mas o seu Jesus provavelmente olha pra você, balança a cabeça em desaprovação, faz tsc…tsc… e pensa “ai, meu Deus, esse aí tem muito o que aprender”.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.
(1 Coríntios 13:13)